A primeira geração do X Elite chegou com números de palco impressionantes e uma realidade morna. A segunda tenta resolver os dois problemas que mais apareceram nos nossos testes: o consumo em tarefas leves e a camada de tradução de aplicativos x86.

Em uso misto de escritório, o ganho de autonomia foi consistente nas três máquinas testadas. Em cargas pesadas a vantagem some — e é aí que os chips da concorrência ainda respiram.

A compatibilidade melhorou, mas continua sendo a variável que decide a compra. Se o seu fluxo depende de um único aplicativo legado, teste antes de trocar.