Outubro é o prazo. Depois dele, o Windows 10 continua ligando, mas para de receber correção de segurança — e é isso que transforma uma máquina útil em um risco.
Testamos quatro saídas em hardware real de 2018 a 2021. Linux Mint foi a mais tranquila para uso de escritório e navegação; ChromeOS Flex ressuscitou os notebooks mais fracos; o Mac mini de entrada é a rota mais cara, porém a mais duradoura; e o Windows 11 só compensa se a máquina passar no requisito de TPM sem gambiarra.
Cada caminho tem uma armadilha específica: periférico sem driver no Linux, ausência de aplicativos locais no ChromeOS, custo de migração no macOS e desempenho abaixo do esperado no Windows 11 em hardware limítrofe.
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